Caixa Vinhos de Lenda

A seleção da caixa

Nesta caixa, reunimos 4 vinhos de 4 das denominações mais emblemáticas de França. Dos Grands Crus Classés de Bordéus aos vinhos míticos da Borgonha, descubra um pedaço de história a cada gole.

A degustação

Dica de especialista: Existe uma ordem ideal para provar os vinhos. Comece pelos espumantes, passe depois aos brancos e rosés, a seguir aos tintos e termine com os vinhos doces. A ideia é aumentar gradualmente a intensidade para estimular as papilas gustativas sem as saturar.

Os vinhos são apresentados pela ordem ideal de degustação.

Chassagne-Montrachet

Maison André Goichot 2021

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Meursault

Maison André Goichot 2019

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Saint-Estèphe

Château Cos Labory – 2011

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Margaux

Château Desmirail 2013

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Preparar a degustação

• As nossas caixas de degustação foram pensadas para lhe proporcionar a melhor experiência de prova possível. Cabe-lhe decidir se quer provar todos os vinhos da caixa de uma vez ou repartir a experiência por várias noites!

• A capacidade dos nossos frascos foi escolhida para permitir que 2 pessoas provem os vinhos apresentados.

• Atenção: nem todos os vinhos devem ser bebidos à mesma temperatura. Recomendamos que consulte a temperatura ideal de serviço indicada no folheto da caixa ou nas fichas de apresentação dos vinhos abaixo.

Um bom copo faz toda a diferença na perceção do vinho, pois a sua forma determina fatores como a concentração dos aromas junto ao nariz, na parte superior do copo, o arejamento do vinho, que depende da área de contacto com o ar, e também a temperatura do vinho, consoante a área de contacto entre o vinho e o copo.

Para começar, recomendamos que utilize copos "INAO", cuja forma foi concebida cientificamente para proporcionar uma degustação ideal de todos os tipos de vinho.

Em alternativa, qualquer copo em forma de "tulipa" serve perfeitamente para permitir que os aromas se desenvolvam no copo e se concentrem junto ao nariz.

Um pacote de crackers simples sem sal serve perfeitamente para limpar o palato entre vinhos. A farinha que contêm ajuda a absorver o sabor do vinho anterior e a refrescar as papilas gustativas sem deixar um novo sabor na boca.

Em alternativa, qualquer alimento de sabor neutro cumpre bem esta função: pão, pretzels e, sobretudo, água! Assim, evita-se a "fadiga do palato", que surge quando se acumulam demasiados sabores de uma só vez.

As etapas da degustação

• Indicação da idade do vinho

Incline o copo sobre uma superfície branca para distinguir um vinho jovem de um vinho mais velho.

• Indicações sobre o teor de álcool e glicerol e a quantidade de açúcar residual

Mantenha o copo ligeiramente inclinado e rode-o suavemente para observar as gotículas que se formam e escorrem pela parede. São as lágrimas (ou pernas) do vinho.

• O primeiro nariz

Incline o copo a 45° e aproxime-o do nariz sem o agitar, para sentir os primeiros aromas.

Esta etapa revela sobretudo os defeitos do vinho: cheiro a rolha, cheiro a vinagre, oxidação e redução.

• O segundo nariz

Faça rodar o vinho no copo durante alguns segundos para o arejar e libertar os aromas secundários.

Esta etapa deverá revelar outros aromas menos voláteis.

Tome um pequeno gole de vinho e faça-o circular pela boca com a língua, para chegar a todas as zonas e captar todos os sabores.

A técnica mais avançada é a retronasalação: aspirar um pouco de ar pela boca enquanto mantém o vinho na boca e, depois, expirar pelo nariz.

Em seguida, pode engolir o vinho ou cuspi-lo para um pequeno recipiente destinado a esse fim.

O cantinho dos conhecedores

A classificação de 1855

É a mais famosa de todas as classificações vinícolas francesas. Em 1855, por ocasião da Exposição Universal de Paris, Napoleão III pediu uma classificação dos vinhos de Bordéus.

Mais de 160 anos depois, a classificação de 1855 só foi alterada duas vezes e continua a ser uma referência, apesar das muitas críticas.